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	<title>Comunidade Pesbrasil &#187; saúde</title>
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	<description>Comunidade Brasileira de Editores de Pro Evolution Soccer</description>
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		<title>Campanha &#8220;Crack, nem Pensar&#8221;, sobre uma &#8220;pandemia&#8221; mais grave que a gripe suína</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 00:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio (aglioeolio)</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Em primeiro lugar queria parabenizar pela campanha que nesta sendo feita,e gostaria de dar meu apoio,ja fui usuario de crack vi minha vida despencar do penhasco quando leio historias de usuarios ativos no jornal chego a me arrepiar porque muitas historias se realmente parecidas com a minha,mas graças a um poder superior admiti que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Em primeiro lugar queria parabenizar pela campanha que nesta sendo feita,e gostaria de dar meu apoio,ja fui usuario de crack vi minha vida despencar do penhasco quando leio historias de usuarios ativos no jornal chego a me arrepiar porque muitas historias se realmente parecidas com a minha,mas graças a um poder superior admiti que a droga era mais forte que eu então procurei ajuda e fui para um centro terapeutico no qual fiquei 180 dias me &#8220;armando&#8221; para ficar firme após o tratamento e graças a Deus vivendo um dia por vez estou limpo a 5 anos,então sou o exemplo vivo de que é possivel,basta querer e dar o primeiro passo e acreditar!força só por hoje funciona! &#8220;</em></p>
<p>&#8220;Há dois anos atras vivi a drama de ter um filho,envolvido com o crack sofri muito mas graças a Deus,a força de vontade de meu filho ele esta limpo por dois anos,mas minha paz nunca mais voltou pois tenho medo de uma recaida,tenho mais dois filhos e converso com eles todos os dias para nunca cairem nesta cilada ,adorei essa campanha espero que pelo menosajudem a mães como eu a poderem pelo menos desabafar acalmar o coração obrigado e boa sorte a todos nós.&#8221;</p>
<p><em>&#8220;Conheço um rapaz que se viciou com 11 para 12 anos&#8230;uma tristeza ver não só a decadência física e intelectual desse jovem, como também o desespero da mãe. Ele vem de uma família estruturada, religiosa, que sofre imensamente com seu destino. Foi detido várias vezes, completou 18 anos dentro do São Lucas, unidade de São José (SC), e agora está preso por assalto a mão armada. Roubou com uma faca de cozinha! Se sair, poderá ser morto, pois deve aos traficantes e está jurado.&#8221;</em></p>
<p><a href="/wp-content/uploads/2009/07/crack-nem-pensar.jpg" rel="lightbox[crack]"><img src="/wp-content/uploads/2009/07/crack-nem-pensar-297x166.jpg" alt="crack nem pensar 297x166 Campanha Crack, nem Pensar, sobre uma pandemia mais grave que a gripe suína" title="crack-nem-pensar" width="297" height="166" class="aligncenter size-medium wp-image-2616" /></a></p>
<blockquote><p>Estes depoimentos fazem parte do site da Campanha &#8220;Crack, nem Pensar&#8221;, organizada pelo Grupo ClickRBS, do Sul do país. A Campanha é dirigida à Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mas é uma ótima iniciativa para informar a todos os pais e jovens do país com alguma responsabilidade sobre o real perigo do Crack, uma droga muito barata e que vicia de um modo arrasador, tornando o &#8220;refém&#8221; uma pessoa irreconhecível. No site da campanha existem depoimentos dos visitantes, videos de conscientização, slides e artigos sobre o efeito do Crack no organismo.
</p></blockquote>
<p><em>Normalmente o que se admite como &#8220;consciente popular&#8221; é que traficantes não querem acabar com a freguesia vendendo drogas como o crack, que acabam com a saúde do cliente.</em> Mas quem é dependente de uma droga simples, lícita ou ilícita, acaba caindo na tentação de experimentar drogas injetáveis (mais caras) ao acaso. E, caso esteja na mão do traficante pela dependencia química, uma hora ou outra acaba provando o crack pela falta de dinheiro, quando estiver &#8220;matando cachorro a grito&#8221;, porque é uma droga barata e potente. E, mais tarde, se transforma em um zumbi, sombra de uma pessoa que poderia viver uma vida normal, com as descobertas e experiência de vida de um adolescente normal. Procure a tal &#8220;ética&#8221; do traficante e você vai perceber que ela é tão sólida quanto o &#8220;amor&#8221; do <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?id=833559">ex-marido de Amy Winehouse</a>, cantora parodiada pelo &#8220;Pânico na TV&#8221; diversas vezes com ataques psicóticos de loucura.</p>
<p>Que eu me lembre agora, 3 amigos meus de infância caíram nesse vício do crack. É assustador o efeito da droga, mesmo. E infelizmente não é noticia &#8220;da moda&#8221;, apesar de ser uma situação comum do nosso país de <a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2009/07/manipulacoes-estatisticas.html" title="Bolsa Familia movimentando a economia?">impostos absurdos</a> e omissão completa do poder publico pra segurança, saúde e educação da &#8220;massa&#8221;.</p>
<p class="new"><a href="http://www.cracknempensar.com.br/">Visite aqui</a> o site da campanha <em>Crack, nem Pensar</em>.</p>
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		<title>Anorexia e bulimia nervosas: um mal de adolescente</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2007 21:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio (aglioeolio)</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musica, Tecnologia e Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Video: Campanha na TV Sueca para evitar a anorexia entre adolescentes Mulheres, especialmente as jovens, são as que mais sofrem com a anorexia e bulimia nervosas. Tudo começa com o desejo incontrolável de perder peso até ficar pele e osso e, mesmo assim, a doente sente-se &#8220;obesa&#8221; Modelos sempre são lembradas quando a mídia fala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><object height="350" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BodaXiIuHu4"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BodaXiIuHu4" type="application/x-shockwave-flash" height="350" width="425"></embed></object></p>
<p><small>Video: Campanha na TV Sueca para evitar a anorexia entre adolescentes</small></p>
<p>Mulheres, especialmente as jovens, são as que mais sofrem com a anorexia e bulimia nervosas. Tudo começa com o desejo incontrolável de perder peso até ficar pele e osso e, mesmo assim, a doente sente-se &#8220;obesa&#8221;</p>
<p><span id="more-92"></span><br />
Modelos sempre são lembradas quando a mídia fala dos males das dietas malucas. Em 1996, duas magricelas famosas, a veterana Twiggy e a jovem Kate Moss, encontraram-se numa festa e brincaram com o fato de levarem a culpa pela anorexia e bulimia entre as mulheres. Eleita o &#8220;Rosto de 66&#8243; aos 16 anos, Lesley Hornby foi apelidada de Twig (algo como galho frágil) e, depois, rebatizada de Twiggy. Suas medidas econômicas &#8211; 80 cm de busto, 56 cm de cintura e 80 cm de quadril &#8211; revolucionaram os conceitos estéticos na época.</p>
<p>Mais recentemente, as modelos brasileiras ajudaram a abolir o look anoréxico decretando a volta dos seios e das curvas. Nesse vaivém da moda, as mortais que não têm corpo perfeito fazem qualquer coisa para obtê-lo. Tanto aspirantes a modelos, quanto jovens comuns sentem-se pressionadas, e aí é que mora o perigo. Em cada dez pacientes com anorexia e bulimia nervosas, nove são do sexo feminino. As causas dessa disparidade não são totalmente conhecidas mas postulam-se aspectos sociais, psicológicos, biológicos e hormonais.</p>
<p><strong>SINAL VERMELHO</strong></p>
<p>Os pais devem ficar alertas e procurar ajuda ao notarem mudanças bruscas de comportamento. Exemplos típicos são os quadros de emagrecimento intenso, hábitos alimentares estranhos, recusa alimentar, retraimento social, alterações bruscas de humor e conversas que giram só em torno de dietas e calorias.</p>
<p>Segundo o psiquiatra Adriano Segal, fundador e coordenador do Ambulatório de Obesidade do AMBULIM &#8211; Ambulatório de Bulímia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, há cinco tipos de transtornos alimentares.</p>
<p>A anorexia nervosa está presente em algo como 1% da população feminina de maior risco: mulheres caucasianas de alto nível sócio-econômico. Sua incidência é maior entre os 14 e 18 anos de idade. Caracteriza-se por um peso abaixo do mínimo esperado (cerca de 85%) para idade e altura; interrupção do ciclo menstrual por pelo menos três meses; distorção de imagem corporal (a pessoa sente-se bem mais gorda do que está); medo intenso e recusa ativa de ganhar peso.</p>
<p>E o psiquiatra alerta: até 20% das vítimas deste transtorno alimentar morrem por complicações causadas por ele.</p>
<p>Nos casos de bulimia nervosa &#8211; que manifesta-se por volta dos 25 anos &#8211; o índice acima sobe para 5%.</p>
<p>Características: o peso é próximo ao normal mas há crises de compulsão alimentar (comer uma imensa quantidade de comida num pequeno intervalo de tempo de forma descontrolada).</p>
<p>São comuns os comportamentos inadequados para perder ou controlar o peso, como vômitos auto-induzidos, excesso de laxantes, diuréticos e outras medicações mal usadas. São típicos os jejuns prolongados, a prática excessiva de exercícios e as lavagens intestinais.</p>
<p>O transtorno da compulsão periódica (conhecido como comer compulsivo) surge por volta dos 30 anos e apresenta os casos descritos acima. Mas os comportamentos inadequados ora estão ausentes, ora presentes, numa freqüência insuficiente para o diagnóstico de bulimia nervosa.</p>
<p>Concluindo, ainda há duas doenças menos conhecidas e mais comuns na infância: picacismo (ingestão de papel, tijolo, terra) e o transtorno ruminativo da infância (regurgitação do alimento ingerido, sua &#8220;re-mastigação&#8221; e conseqüente perpetuação desse ciclo). Os cinco quadros são transtornos distintos, mas um pode se suceder a outro. Classicamente, 20% das pessoas com anorexia nervosa vão apresentar bulimia nervosa mais tarde.</p>
<p><strong>TRATAMENTOS</strong></p>
<p>Eles podem dar bons resultados mas são caros, tanto financeira quanto emocionalmente, já que as recaídas são freqüentes. É que tais doenças são causadas por múltiplos fatores e implicam em complicações em diversas áreas como biológica, psíquica e social. &#8220;É necessária a orientação de uma equipe multiprofissional que envolva psquiatra especializado, nutricionista, clínicos, psicólogos&#8221;. Em alguns casos, deve-se tratar paciente e família em conjunto.</p>
<p>O psiquiatra diz que, especialmente na bulimia e no transtorno da compulsão alimentar periódica, certas medicações disponíveis são bem eficazes, como os antidepressivos, que atuam na serotonina. &#8220;Na anorexia, o tratamento medicamentoso é menos eficaz, mas necessário para tratar doenças a ela associadas&#8221;.</p>
<p>Vale lembrar que as dietas sempre estão presentes no início do transtorno alimentar. Jejuns, chazinhos, ervinhas, dietas estapafúrdias, malhação excessiva e métodos &#8220;milagrosos&#8221; tão fartamente disponíveis devem ser evitados com rigor. &#8220;Curiosos, amigos, balconistas de farmácia não estão aptos a prescrever remédios&#8221;.</p>
<p><strong>ALVOS FACEIS</strong></p>
<p>As modelos vivem sob pressão. Implacável com as medidas, o mercado exige 90 cm de quadril. Para perder peso, elas muitas vezes arriscam a vida ao exercitarem-se horas a fio sem nada no estômago ou usando remédios e laxantes indiscriminadamente. A ex-modelo Joyce Cristina Cândido (18 anos, 1,79 m de altura e 54 quilos) passou por uma depressão, tratou-se e resolveu dar um tempo na profissão, que iniciou aos 12 anos. Hoje, mais madura, reflete sobre as armadilhas do meio. &#8220;É um absurdo ver meninas com 14, 15 anos, chegando sozinhas do interior para trabalhar em São Paulo&#8221;. Desorientadas, descuidam da alimentação e seguem as receitas das amigas para emagrecer. Segundo Joyce, os pais devem acompanhar as filhas sempre que for possível. Joyce conta casos terríveis: garotas que tiveram de tirar o intestino de tanto tomar laxantes, as que malham a noite toda em jejum e acordam às 5 da manhã para trabalhar ou as que enfiam talheres na garganta para vomitar, num quadro típico de bulimia. &#8220;Muitas se envergonham e não procuram ajuda&#8221;.</p>
<p><strong>PREVENÇÃO</strong></p>
<p>Atentas ao problema, algumas agências têm parcerias com equipes médicas multidisciplinares. Com palestras, apostilas e atendimento individual, as moças recebem orientação psicológica e nutricional. Na Elite Model&#8217;s, dois profissionais coordenam esse trabalho de prevenção: o psicólogo Marco Antonio De Tommaso e o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg. Psicólogo clínico pela USP, Marco Antonio, também consultor da agência L&#8217;Equipe, atende modelos entre 13 e 28 anos. Uma pesquisa feita pela Elite apontou que 97,5% das modelos sofrem de ansiedade, 87,5% de problemas de adaptação em São Paulo e 85%, com preocupações alimentares. Quando chegam às agências elas recebem uma apostila com textos que abordam temas como auto-estima, limites e desafios da carreira, depressão, postura profissional, entre outros. Como denominador comum, a maioria tem problemas de auto-imagem. &#8220;Mesmo magérrimas acham-se fora dos padrões estéticos&#8221;, resume. O psicológo trabalha o lado emocional, prevenindo problemas de alimentação, cuja raiz está na competividade -&#8221;pior que o vestibular&#8221; &#8211; e medo de fracassar na profissão.</p>
<p><strong>BELEZA E SAÚDE</strong></p>
<p>Há três anos o Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo e o Centro de Nutrição da Universidade São Marcos, assinaram um convênio com a Ford e a Elite Models. Coordenado pelo pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, o programa de saúde preventiva envolve médicos, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas cobrindo problemas de saúde em geral e nutrição. Muitas começam a trabalhar aos 13 anos, em plena adolescência, fase de transformações. A maior parte apresenta hábitos alimentares inadequados e em decorrência disso, 40% queixam-se de constipação intestinal. Ao abusarem de laxantes, a dinâmica intestinal é mudada, com casos de perda de controle do esfíncter e diarréias incontroláveis.&#8221;</p>
<p>Vindas de pequenas cidades, às vezes sem recursos financeiros, essas garotas fazem sua própria refeição (em geral pratos rápidos, pobres em nutrientes) e abusam de doces e guloseimas. Sem contar os horários irregulares, típicos da profissão que praticamente as empurram para pizzas, salgadinhos e hambúrgueres. A alimentação pobre, somada a fatores como ansiedade, competividade, isolamento social e medo do fracasso alteram bruscamente o apetite (aumento-o ou eliminando-o). O tratamento vai depender das características pessoais como biotipo, necessidades nutricionais, horário de trabalho etc.</p>
<p><small><strong>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br">Estadao</a> &#8211; Saude Alimentar<br />
Autor: desconhecido (o texto original saiu do ar)</strong></small></p>
<p><small><strong>Valeu PANICO1910 pelo video do youtube</strong><br />
</small><br />
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